Entre os ramos, 12 tiveram queda, 14 registraram alta e um ficou estável
Na formação da taxa de –0,1% da atividade industrial na passagem de outubro para novembro observou-se doze ramos com queda na produção, quatorze com índices positivos e um com crescimento nulo. Entre aqueles que apontaram resultados negativos, o principal impacto ficou com o setor de alimentos (-2,1%), que assinalou o terceiro recuo consecutivo, acumulando perda de 6,1% nesse período. Vale destacar também as pressões negativas vindas de máquinas e equipamentos (-1,1%), farmacêutica (-2,0%), outros produtos químicos (-1,1%) e veículos automotores (-0,5%). Por outro lado, entre as atividades que aumentaram a produção, os desempenhos de maior importância para a média global foram: refino de petróleo e produção de álcool (3,0%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (7,2%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (9,3%), edição e impressão (2,7%) e indústrias extrativas (1,6%).
Ainda na comparação com o mês anterior, os índices por categorias de uso mostraram menor dinamismo nos segmentos de bens de consumo duráveis (-0,7%), após avançar 2,8% em outubro, e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%), que apontou o segundo resultado negativo consecutivo, acumulando perda de 1,0% nesse período. Os setores produtores de bens de capital (3,2%) e de bens intermediários (1,0%) assinalaram taxas positivas, revertendo assim as perdas acumuladas nos últimos meses de, respectivamente, 2,6% e 1,5%.
Na evolução do índice de média móvel trimestral o total da indústria mostrou ligeira variação positiva (0,1%) entre outubro e novembro, repetindo o ritmo moderado registrado nos meses de setembro (0,2%) e outubro (0,1%). Por categorias de uso, todos os segmentos apontaram taxas positivas, com destaque para bens de consumo duráveis (0,4%), único que avançou pelo segundo mês consecutivo, vindo a seguir bens intermediários (0,3%), bens de capital (0,2%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,1%).
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